quarta-feira, 6 de julho de 2016

(EXTERMÍNIO DE POLICIAIS) Policial feminina e estrupada e morta por oito menores Infratores.


Vivemos em uma guerra urbana imoral, onde militares são assassinados sem  direito a defesa e muito menos sem que os ditos DIREITOS HUMANOS fale alguma coisa para os defender, quando são assassinados brutalmente .  Chegou a hora de os governos daqui do Brasil se manifestarem contra este órgão da ONU, que usa de dois pesos e duas medidas, porque somente defende aqui no brasil criminosos que por ventura venham a morrer em confronto com policiais, enquanto acontece na maioria das vezes o inverso. E este órgão, não se manifesta de modo algum para defender militares que estão sendo exterminados, somente por serem policiais,ou vestirem fardas, sejam eles policiais, fuzileiros navais , bombeiros.  Michel Temer deveria baixar uma nota condenando a atitude INSANA deste Órgão denominado DIREITOS HUMANOS, mais que somente defende quando criminosos são mortos, neste caso , são destros em punir os da farda. Leiam a matéria abaixo o fato ocorrido foi ontem, e como sempre  nada de direitos humanos se manifestarem.  Lenilson Marcos
A sargento Alana Benatti viveu uma madrugada de horrores nas primeiras horas do seu aniversário, ontem entre 3h e 5h. Oito menores infratores com idades entre 13 e 17 anos renderam a jovem militar quando ela estacionava seu carro na residência dos pais. Alana havia trabalhado um plantão de 24h. Ela que reside na Parada de Lucas (zona norte carioca), dirigiu até a favela do Cantagalo  para passar o aniversário com os pais. Foram 3 horas de viagem depois de um plantão de 24h para ter um desfecho tão triste. Quando chegou em frente a residência dos pais ela desceu do carro e foi abrir manualmente o portão da garagem, neste momento três menores a renderam e outros cinco entraram no carro e levaram para uma mata denominada de Quilombo, lá a estupraram por duas horas consecutivas e depois deram 32 facadas no corpo da jovem.
A sargento Alana Benatti tinha 29 anos e estava há 7 anos na corporação. Tida pelos colegas de farda como uma policial comprometida com os ideais da corporação ela era para família uma filha dedicada e apoiadora. Sua mãe que é portadora de esclerose lateral amiotrófica tinha o tratamento custeado pela filha. Como era batizada desde a infância na religião Assembléia de Deus, suas amigas mais íntimas afirmaram que ela era virgem até o ato violento que deu fim a sua vida.
Os menores foram apreendidos nas primeiras horas da manhã deste domingo e prestaram depoimento. Eles responderão em liberdade pelo crime até o julgamento e se condenados no máximo ficarão três anos em uma fundação de bem estar do menor. A família perdeu a filha, e a patrocinadora do tratamento da mãe. A sociedade perdeu uma competente policial.
Este é o Brasil dos Direitos Humanos…
  


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